segunda-feira, 25 de abril de 2011

Metais em Fertilizantes Inorgânicos

A avaliação dos riscos à saúde de plantas, animais e humanos pela presença de metais potencialmente perigosos (tóxicos, pesados, radioativos, etc) nas operações de Fosfatados, Potássicos, outros Macronutrientes e Micronutrientes (mesmo se o aparentemente o problema é menos premente nos Potássicos e Nitrogenados) desde a mina até após a aplicação e metabolização pelos organismos é estudo de relevância em nosso meio, uma vez que precisamos ser responsáveis pelo ciclo de vida de nossos produtos.
Ali onde a química analítica se encontra com a agronomia, lá que geologia e ciências minerais dão mãos à engenharia química conversando com a biologia molecular (e onde pela nutrição nos tornamos endocrinologistas planetários) é que estarão as respostas para perguntas ainda incompletamente respondidas, como as que seguem.
Como se comportarão os corpos minerais e os produtos fertilizantes quanto à presença desses metais?
Como esses contaminantes dos fertilizantes serão absorvidos pela planta e animais?
Em que níveis (máximos e mínimos, às vezes em faixas estreitas) os metais são nutrientes essenciais ou "venenos", deletérios?
Já que comemos no passado o "filé", o que vamos precisar fazer, em termos de purificação, para remover os teores excessivos das "carnes de pescoço"??
Vamos lá técnicos! Arregacemos as mangas e trabalhemos. A sociedade assim o exige!

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