domingo, 9 de março de 2014
Petrokimia Gresik to Open East Java Phosphoric Acid Plant in Q2
By ID/Rozi Amrozi on 10:24 am Jan 02, 2014
Category Business, Corporate News
Tags: fertilizer, Petrokimia Gresik, phosphoric acid
Gresik, East Java. Petrokimia Gresik, a sate-run fertilizer company, plans to open a new phosphoric acid plant in East Java in the second quarter of 2014, a company executive said on Tuesday.
“The new phosphoric acid plant, which is a joint venture with [Jordan Phosphate Mines], will be able to contribute to an increase in our revenues in 2014,” said Hidayat Nyakman, the company’s president director.
Jordan Phosphate Mines (JMPC) is a mining company based in phosphate-rich Jordan. Phosphoric acid is an essential component in many commercial fertilizers.
The $200 million plant, which has been under construction since the end of 2010, is expected to produce 200,000 tons of phosphoric acid per year for use in fertilizers on the domestic and foreign markets.
Hidayat said the plant would increase the company’s production capacity and end the need to import raw materials to make fertilizers.
Each company is to take a 50 percent stake in the joint venture, as per a January 2010 agreement.
Petrokimia Gresik also plans to spend $160 million revamping is preexisting plant so that it too can produce 200,000 tons of phosphoric acid per year, and to expand the plant’s industrial compound to include a sulfuric acid plant with a capacity of 600,000 tons per year and a gypsum purification plant with a similar capacity.
“The expansion of this phosphoric acid plant will assure a supply of phosphoric acid and therefore save foreign exchange for the state,” Hidayat said.
The company said it required 600,000 tons of phosphoric acid to produce 2.8 million tons of NPK fertilizer a year, while its current phosphoric acid facility only produced one third that amount.
Nugrohon Purwanto, Petrokimia Gresik’s commercial director, said that the weakening of the Rupiah had significantly impacted the cost of phosphoric acid imports.
“With the operation of the phosphoric acid plant that is a joint venture with JPMC, our efforts to save production costs, which will enhance our competitiveness in the free market in the future, can be improved,” Nugroho said.
The plant will require some 770,000 tons of phosphate and 200,000 tons of sulfur a year to meet its production goals.
The company also plans to complete an upgrade of its water processing installation in Gunung Sari, Surabaya, Hidayat said, increasing its capacity from 720 cubic meters to 3,800 cubic meters per hour.
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Jordan and Indonesia agree to phosphoric acid projects
8:38 AM MDT | July 22, 2013 | Natasha Alperowicz from IHS Chemical Week
Jordan Phosphate Mines Co. (JPMC; Amman) has signed memoranda of understanding with two Indonesian firms to build two separate phosphoric acid projects, each designed to produce 200,000 m.t./year. One of the units will be built in Jordan and the other in Indonesia, according to JPMC. The two projects form part of the company’s strategy to guarantee offtake of phosphate rock from its extensive mining operations in Jordan. JPMC operates in three mining areas in the central and southern parts of Jordan: Al Hassa, Al Abiad, and Eshidiya.
Jordan Phosphate Mines Co. (JPMC; Amman) has signed memoranda of understanding with two Indonesian firms to build two separate phosphoric acid projects, each designed to produce 200,000 m.t./year. One of the units will be built in Jordan and the other in Indonesia, according to JPMC. The two projects form part of the company’s strategy to guarantee offtake of phosphate rock from its extensive mining operations in Jordan. JPMC operates in three mining areas in the central and southern parts of Jordan: Al Hassa, Al Abiad, and Eshidiya.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Saudi Arabian Mining Company (Ma'aden) : build a phosphoric acid plant worth 3.5bn riyals.
Contract Awarded for build a phosphoric acid plant. The plant will have a production capacity of 1.5mn tonnes. Contract Value: 3.5bn riyals. Contract Period: 2016 Contractor name : HANWHA ENGINEERING & CONSTRUCTION CO.Jacobs Engineering Group Inc. (NYSE:JEC) announced today it was awarded a contract by Saudi Arabian Mining Company (Ma'aden) to provide a bankable feasibility study/front end engineering design (FEED) for its Umm Wu'al Phosphate Project in the Sirhan-Turaif region, the Kingdom of Saudi Arabia.
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Vale sells Fosbrasil stake to Israel Chemicals for $52 mln
Dec 26 (Reuters) - Vale SA , the world's No. 1 iron ore producer, sold a 44.25 percent stake in purified phosphoric acid producer Fosbrasil SA to Israel Chemicals Ltd for $52 million, according to a securities filing published on Thursday.
The deal is subject to regulatory approval, according to the filing dated Dec. 20.
Fosbrasil is based in the town of Cajati in Brazil's São Paulo industrial state, and produces phosphates. Phosphoric acid is used as a food additive, dispersing agent and as fertilizer feedstock.
Efforts to contact Israel Chemicals Ltd were unsuccessful.
The deal comes as Vale focuses on developing its mining assets in Brazil and sheds non-core assets like phosphates, logistics and energy.
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Vale busca sócios para área de fertilizantes e ferrovia em Moçambique
Diário de Guarapuava FolhaPress
Por Pedro Soares
RIO DE JANEIRO, RJ, 17 de dezembro (Folhapress) - Disposta a focar ainda mais em seu produto mais rentável, o minério de ferro, a Vale negocia a venda de participações em seus negócios de fertilizantes e na área de logística de sua segunda principal aposta, a mina de carvão em Moçambique.
O presidente da Vale, Murilo Ferreira, disse que a empresa está à procura de um sócio para criar uma nova holding que iria incorporar todos os empreendimentos e projetos da Vale na área de fertilizantes, recriando a antiga Vale Fertilizantes --empresa que nasceu da compra da Fosfértil.
Indagado sobre o nome do sócio, Ferreira disse apenas: "Estamos namorando ainda". A Vale, desse modo, quer replicar o modelo que adotou com a VLI, empresa de logística que se cindiu da mineradora. Vale vendeu uma fatia da companhia, cujo foco é o transporte de grãos e outros produtos, para a canadense Brookfield, a japonesa Mitsui e o Fundo de Investimento do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).
Outra possibilidade, disse o executivo, é a entrada de um novo parceiro para cada um dos projetos da mineradora na área de fertilizantes. Os principais são as minas de potássio de Carnalita, projeto em Sergipe para a produção de 2 milhões de toneladas/ano, e a de Kronau, no Canadá -entre 3 milhões e 5 milhões de toneladas/ano.
Ferreira disse que uma decisão deve ser tomada no primeiro semestre de 2014. O executivo afirmou ainda que a Vale teve uma perda de US$ 2,3 bilhões com a desistência do projeto de potássio em Rio Colorado, na Argentina, e refutou que a mineradora não tenha interesse na área de fertilizantes.
O custo elevado dos equipamentos e o câmbio desfavorável, afirmou, foi determinante para a Vale encerrar o projeto. Essas condições permanecem e não há uma perspectiva de retomada.
No caso da área de logística em Moçambique, a ideia é buscar um sócio para a ferrovia de 900 km em construção entre a mina de carvão de Moatize e o porto de Nacala, que também entrará no pacote e será negociado junto com a estrado de ferro. A Vale tem a concessão do governo local para os dois empreendimentos.
O objetivo, disse Ferreira, é promover o desenvolvimento regional e permitir o transporte de grãos e outros produtos pela ferrovia e o porto. A abertura da infraestrutura a terceiros, mediante pagamento, foi negociada com o governo de Moçambique.
A ideia da Vale é vender 50% de sua participação na ferrovia e no porto. A Vale detém 70% dos projetos, mas é responsável, sozinha, pelo investimento estimado em US$ 4,4 bilhões, que será repartido com o novo sócio.
sábado, 14 de dezembro de 2013
Du http://www.arte.tv/guide/fr/048005-000/le-bresil-une-grande-puissance-en-devenir
Un documentaire sur le Brésil...
État le plus vaste et le plus peuplé d’Amérique latine, le Brésil confirme aujourd’hui son statut de grande puissance économique. Depuis plus d’une décennie, le pays a connu un développement spectaculaire, qui a fait de lui un géant commercial : premier producteur mondial de soja, de café ou de viande bovine, également riche en hydrocarbures, la sixième puissance économique mondiale semble en passe de devenir le grenier de la planète. Du constructeur aéronautique Embraer jusqu’au géant du pétrole Petrobras, ou à l’entreprise minière Vale, les multinationales y prospèrent. Et pour la plupart des 200 millions de Brésiliens, les années Lula et Rousseff se sont également avérées profitables : alors que les métropoles investissent dans l’assainissement des favelas et dans les services publics, 40 000 000 personnes ont pu sortir de l’extrême pauvreté ; la classe moyenne émergente est désormais majoritaire. Pourtant, en cette veille de coupe du monde de football, un vaste mouvement de revendication, jamais vu depuis vingt ans, s’est fait jour. Depuis mars dernier, les citoyens descendent dans la rue, fustigeant la corruption, le manque de démocratie, les dépenses inutiles du gouvernement de Dilma Rousseff, un système scolaire à deux vitesses et des transports publics hors de prix. Face à la menace d’inflation et l’endettement généralisé, cette nouvelle classe moyenne exigeante s’inquiète également pour son niveau de vie. Ce documentaire explore ainsi les rouages du formidable essor brésilien, mais aussi le revers de la médaille – notamment les coûts écologiques et humains de cette croissance à tout prix.
État le plus vaste et le plus peuplé d’Amérique latine, le Brésil confirme aujourd’hui son statut de grande puissance économique. Depuis plus d’une décennie, le pays a connu un développement spectaculaire, qui a fait de lui un géant commercial : premier producteur mondial de soja, de café ou de viande bovine, également riche en hydrocarbures, la sixième puissance économique mondiale semble en passe de devenir le grenier de la planète. Du constructeur aéronautique Embraer jusqu’au géant du pétrole Petrobras, ou à l’entreprise minière Vale, les multinationales y prospèrent. Et pour la plupart des 200 millions de Brésiliens, les années Lula et Rousseff se sont également avérées profitables : alors que les métropoles investissent dans l’assainissement des favelas et dans les services publics, 40 000 000 personnes ont pu sortir de l’extrême pauvreté ; la classe moyenne émergente est désormais majoritaire. Pourtant, en cette veille de coupe du monde de football, un vaste mouvement de revendication, jamais vu depuis vingt ans, s’est fait jour. Depuis mars dernier, les citoyens descendent dans la rue, fustigeant la corruption, le manque de démocratie, les dépenses inutiles du gouvernement de Dilma Rousseff, un système scolaire à deux vitesses et des transports publics hors de prix. Face à la menace d’inflation et l’endettement généralisé, cette nouvelle classe moyenne exigeante s’inquiète également pour son niveau de vie. Ce documentaire explore ainsi les rouages du formidable essor brésilien, mais aussi le revers de la médaille – notamment les coûts écologiques et humains de cette croissance à tout prix.
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